CmapTools

25Jun08

Um rápido comentário a respeito desta “maravilinda” ferramenta!!

Quando o CmapTools nos foi apresentado pela professora eu achei lindo, mas pesquisando sobre ele vi que este é um freeware e não opensource (para quem não sabe os softwares licenciados como freeware podem ser usados gratuitamente mas não têm seus códigos disponibilizados, ou seja, não podem ser modificados), e como o meu trabalho é sobre software livre, fui em busca de uma ferramenta mais adequada… Depois de alguma pesquisa o melhor que achei foi o FreeMind (que também é uma ferramenta para a criação de mapas conceituais), mas eis que este não chega nem aos pés do CmapTools em qualidade gráfica. Só para constar, não testei outros softwares livres sobre mapas conceituais.

Conclusão da história: vou usando o CmapTools enquanto nenhuma alma caridosa desenvolve um ferramenta melhor e com seu código aberto (está certo que no meu caso esta é apenas uma questão de ética com o meu projeto, porque mesmo que eu tivesse os códigos, não tenho a mínima idéia de como mudar, ou não,  alguma coisa).

Conclusão 2 da história: notem esta deficiência no SL, se eu não entendo de programação, mesmo que o software que eu preciso tenha o código aberto, me adianta alguma coisa?????   “Nops!!”

Bjs, Cá


A proposta desta cadeira de Projetos em Ambientes Digitais era muito clara, e também muito fácil (eu e minha ingenuidade). Eu nunca tinha utilizado blogs, o ROODA, o pbWiki ou até mesmo o CmapTools, e admito que tive bastante facilidade em aprender a usar estas ferramentas, mas assim mesmo tive dificuldades em desenvolver o projeto, não por falta de pesquisa e leituras, mas em passar minhas idéias para o ambiente digital.

Mesmo acompanhando as atividades, fiquei muitos dias sem escrever,  ou na linguagem de blogueiro, sem “postar”. E isso me deixou muito decepcionada comigo mesma, e um pouco também pela pouca participação dos colegas na coporação entre os projetos inicialmente, e quando estes começaram a participar mais, eu já tinha perdido a empolgação. Mas quando assisti a palestra da Marie Jane de Carvalho entitulada “Avaliação da Aprendizagem em EAD” durante o 4° Salão de Educação a Distância fiquei um pouco mais aliviada, nesta palestra ela mostrou um gráfico que relacionava a participação e interação dos alunos com o tempo, e este gráfico mostrava a pouca participação no primeiro semestre e uma GRANDE participação do segundo em diante (abrangia apenas os três primeiros semestres). No fim até que me sai bem no desenvolvimento do projeto, penso que meu maior puxão de orelha seria escrever mais frequentemente, e levando em conta que meu curso não exige exigia (eu mudei do bacharelado para a licenciatura neste sementre) muito desenvolvimento de escrita, tenho muito para desenvolver ainda.

Era isso, um rápido desabafo de fim de noite.

Bjs, Cá


Atualizando

23Mai08

Quase um mês sem escrever aqui :/

Mas a grande novidade é que agora tenho uma perceira de trabalho!!!   \o/ Denise \o/

Criamos um blog pra ela também, mas já faz algum tempo e agora não consigo lembrar o endereço… segunda falo com a moça e anexo o blog nos links :]

O semestre já está quase acabando, as provas acumulando e este projeto na reta final!!

Não estou muito inspirada hoje, então…  bjs, Cá


Durante um debate sobre avanços tecnológicos (Linux vs Windows) :

“Se os novos programadores estão desperdiçando processamento e armazenamento sem se preocupar em enxugar os códigos para poder acompanhar a velocidade da concorrência, e os concorrentes pensam da mesma forma, isso significa que muitas vezes você que precisa de 1gb de memória para rodar aquele jogo ou aquele software poderia roda-lo com menos como 512mb ou até quem sabe 768mb de memória, economizando mais memória para tarefas mais importantes em seu sistema operacional, seja ele um Windows ou Linux, pois mais importante do que ter muitos recursos é saber utiliza-los bem e com sabedoria para que estes nunca lhe faltem, pena que os gafanhotos consumidores de cursos, sejam os programadores ou líderes mundiais que consomem desesperadamente os recursos naturais do planeta.” (por Jorge Luiz lopes)

Nesta mesma página segue o resto do debate, onde são discutidos os motivos desse não enxugamento acontecer, mas sejam os motivos que forem disso ocorrer, quero tratar do depois… qual a diferença nas atualizações/reparos/melhorias destes softwares? A meu ver seria o número de pessoas que trabalham nos “problemas”. Por mais que a “janelinha” pague programadores para consertar o Vista, ele continua um grande elefante que roda relativamente bem apenas em computadores Bons; já o Linux, por exemplo o Ubuntu 8.04, como tem o código livre, qualquer um pode melhorá-lo, pegando 0,1% da população mundial teremos… Mas também devemos considerar os apontamentos que fez “Maddog” durante sua palestra “Fun and Software Livre!” durante o fisl 9.0 , que disse tudo, programadores pagos fazem seu trabalho porque ganham para isto, já os de software livre o fazem por diversão!!! =)

Bjs, Cá


Infelizmente hoje só consegui ir em duas palestras :/

Bits, átomos, linguagens e sistemas: Um substrato de conhecimentos para ampliação social de uso do software-livre? com Etienne Delacroix

O cara desenvolve um projeto com sucatas eletrônicas voltado para escolas públicas, dividido em duas partes, 1° vendo a estrutura dos computadores e depois a montagem de uma página na Web. Tá, o chamariz da palestra não é muito emocionante, mas o discurso do jovem moço (PhD em Física Nuclear e de Partículas) foi um tanto quanto poético.

Soluções abertas do MEC: Linux Educacional, Ambiente E-Proinfo e Portal do Professor  – Diogo Dauster Pontual, Franciso Wiliian Saldanha, Rafael Sado Andrade e Regiane Soares de Carvalho

Basicamente foi sobre o Proinfo, mas alguns dados apresentados eu acho que merecem ser citados:

  • desde 2001 o MEC não gasta dinheiro com software proprietário (e eu achando que era coisa recente);
  • projeto Integrado – desenvolvimento de um projetor com mouse, teclado, USB, leitor de DVD e conectável à rede de internet da escola;
  • até 2010 tecnologia em todas as escolas.

Esta última palestra me deixou com os olhinhos de futura professora brilhando, mas devo admitir que soou um tanto utópica, será?

E também fica a questão do suporte que é dado aos professores e escolas que recebem essa tecnologia; foi enfatizado durante a palestra que este é um tópico muito importante para o MEC e tratado como tal, mas é só dar uma rápida pesquisada no google que achamos amontoados de perguntas sobre o Linux Educacional, será que tutoriais e apostilas bastam para alguém que mal sabe ligar o computador e usar um editor de texto?

Ficam as questões!! Hora de dormir que amanhã as 09:00 h começa tudo de novo :]

Bjs, Cá


Apesar das filas intermináveis, da falta de tomadas, dos banheiros no fim do mundo, da rede wireless só cair… o primeiro dia estava “maravilindo”!!

Pra quem quiser, dá pra acompanhar os melhores momentos pelo blog do fisl9.0 (foi lá que eu descobri que perdi alguns momentos ilustres na área de educação). E no Flickr também tem participação (o povo todo pode  postar suas fotos sobre o evento, dá até pra conferir as filas e as famosas “sacolas de desilusão” do UOL).

Na parte de brindes tem de tudo, boné, camiseta, adesivo (como os fofos do Firefox), chaveiro, sacola (sim, o brinde É UMA SACOLA, enorme por sinal, se bem que teve gente usando-a como chapéu), tuxzinho, caneta, cd, café, café, café, café, café…

E é claro, tem povo de tudo que é lugar!!

Bjs, Cá


Weeee!!

17Abr08

Amanhã começa o fisl 9.0!! Vai ser minha primeira participação inscrita… (depois de 3 anos apenas perambulando e bisbilhotando pelos corredores do fórum)

Passei a noite fazendo a minha programação!! Foi difícil conciliar aula, trabalho e palestras, mas ainda sobra o sábado para me esbaldar. Minhas escolhas ficaram concentradas em palestras sobre educação, mas também algumas sobre leis… E claro, a do “maddog” no sábado (será que ele já trabalhou como “Papai Noel”?).

obs.: devo admitir que na escolha das palestras meu namorado foi de grande ajuda, porque a metade das siglas eu não conheço (acho que eles deveriam incluir um nível de palestras para leigos).

Bom, era isso, amanhã conto como foi!!! Agora fico aqui contando as horas… :)

Bjs, Cá


Web 2.0

04Abr08

Nas minhas andanças pela internet na tentativa de desenvolver meu projeto, muitas vezes me deparei com o termo “Web 2.0″ e sempre passei por cima, pensando “Ah, que besteira, agora é 2.0, upgrade?”, mas daí quando fui procurar sobre Wiki (esse assunto fica para o próximo post) me dei conta de que existe um conceito por trás do termo…

Achei um vídeo muito bacana no YouTube sobre o assunto, que dá uma boa sintetizada – The Machine is Us/ing Us

E  para quem quiser uma outra perspectiva, no blog Web 2.0 BR tem um post que deixa a questão no ar, apresentando a visão de algumas pessoas sobre o tema (mais as dos comentários, que são tão interessantes quanto).

Resumindo>> wiki, blog, RSS, tag, ajax, adsense, mash-up, redes sociais… são ferramentas onde nós interagimos com o mundo on-line (que nos dão liberdade para tal), passamos de apenas receptores de informação para participantes/criadores/colaboradores, e para marcar essa evolução criou-se a denominação Web 2.0

No blog linkado aparece bastante discussão sobre o fato dessa nova denominação e um dos comentários (feito pelo próprio editor) merece atenção >> “Vocês imaginam alguém da Idade Média discutindo se eles vivem na Idade Media ou não?” achei ótima a observação :]

Bjs, Cá


A teoria a respeito dos Mapas Conceituais foi desenvolvida na decáda de 70 pelo pesquisador norte-americano Joseph Novak. Ele define mapa conceitual como uma ferramenta para organizar e representar o conhecimento.” (Wikipédia)

Já se passaram alguns anos e muito foi desenvolvido a respeito de Mapas Conceituais, mas resumindo, podemos dizer que ele é uma representação gráfica de um conjunto de conceitos onde suas relações são evidenciadas. Como é bem mostrado no texto de DUTRA, FAGUNDES e CAÑAS (sem as relações teríamos apenas uma grande “sopa de conceitos”).

Seguem abaixo idéias que me chamaram a atenção no texto de MOREIRA (Mapas Conceituais aplicados na área de ciências).

“No momento em que um professor apresentar para o aluno um mapa conceitual como sendo o mapa correto de um certo conteúdo, ou no momento em que ele exigir do aluno um mapa correto, estará promovendo (como muitos outros recursos instrucionais) a aprendizagem mecânica em detrimento da significativa. Mapas conceituais são dinâmicos, estão constantemente mudando no curso da aprendizagem significativa. Se a prendizagem é significativa, a estrutura cognitiva está constantemente se reorganizando por diferenciação progressiva e reconciliação integrativa e, em conseqüência, mapas traçados hoje serão diferentes amanhã.

De tudo isso, depreende-se facilmente que mapas conceituais são instrumentos diferentes e que não faz muito sentido querer avaliá-los como se avalia um teste de escolha múltipla ou um problema numérico. A análise de mapas conceituais é essencialmente qualitativa. O professor, ao invés de preocupar-se em atribuir um escore ao mapa traçado pelo aluno, deve procurar interpretar a informação dada pelo aluno no mapa a fim de obter evidências de aprendizagem significativa. Explicações do aluno, orais ou escritas, em relação a seu mapa facilitam muito a tarefa do professor nesse sentido.

Seguramente, tudo o que foi dito até aqui sobre mapas conceituais pode dar idéia de que é um recurso instrucional de pouca utilidade porque é muito pessoal e difícil avaliar (quantificar). De fato, de um ponto de vista convencional, mapas conceituais podem não ser muito atraentes nem para professores, que podem preferir a segurança de ensinar conteúdos sem muita margem para interpretações pessoais, nem para alunos habituados a memorizar conteúdos para reproduzi-los nas avaliações. No ensino convencional não há muito lugar para a externalização de significados, para a aprendizagem significativa. Mapas conceituais apontam em outra direção, requerem outro enfoque ao ensino e à aprendizagem.”

Agora, com uma boa base teórica, apresento meu 1° mapa conceitual, feito no CmapTools a partir das certezas provisórias apresentadas no post “Projeto”(31/03/08):

1° Mapa Conceitual > Software Livre

Lembrando que conforme a pesquisa no meu projeto for evoluindo, as relações e conceitos apresentados neste mapa conceitual vão mudando (ou se confirmando).

Bjs, Cá.


Esta é uma canção escrita pelo próprio Richard Stallman (pra quem não fizer “Ohh!!” com o nome dá uma olhada no hiperlink) e como o próprio nome já mostra, ela fala sobre Software Livre.

The Free Software Song

Join us now and share the software;
You’ll be free, hackers, you’ll be free.
x2

Hoarders may get piles of money,
That is true, hackers, that is true.
But they cannot help their neighbors;
That’s not good, hackers, that’s not good.

When we have enough free software
At our call, hackers, at our call,
We’ll throw out those dirty licenses
Ever more, hackers, ever more.

Join us now and share the software;
You’ll be free, hackers, you’ll be free.
x2

A Canção do Software Livre

Juntem-se a nós agora e compartilhem o software;
Vocês serão livres, hackers, vocês serão livres.
2x

Ambiciosos podem ganhar pilhas de dinheiro,
Isto é verdade, hackers, isto é verdade.
Mas eles não podem ajudar seus vizinhos;
Isto não é bom, hackers, isto não é bom.

Quando tivermos bastante software livre
À nossa disposição, hackers, à nossa disposição.
Nós jogaremos fora essas licenças imorais
Para sempre, hackers, para sempre.

Juntem-se a nós agora e compartilhem o software;
Vocês serão livres, hackers, vocês serão livres.
2x

The Free Software Song – version by Fenster

Outras versões e história de sua crianção aqui – dá até pra escutar o Stallman cantarolando :]

Bjs, Cá.